[pré-venda] Praças Perdidas, de Iuri Müller

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Descrição

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FORMATO: 14 x 21 cm
PÁGINAS: 88
ANO: 2026
ISBN: 978-65-988923-2-6

 Praças perdidas reúne contos movidos pelo mistério e pelo caminhar. Eles acompanham personagens que observam pequenos desvios do cotidiano (um livro retirado da biblioteca, um desaparecimento no Carnaval, um segredo mal explicado) e seguem investigando, sem nunca alcançar respostas completas. A cidade surge como personagem viva, mutante, feita de ruas, praças e margens que se transformam o tempo todo. São narrativas que avançam a pé e que apostam no deslocamento, na atmosfera e na recusa do fechamento.

 

"Um livro de movimento permanente, mas de passos lentos, despreocupados, que permitem olhar, reparar em ruas de crimes esquecidos, tramas quase detetivescas, recortes de uma cidade ausente ou insólitos complôs para mudar detalhes da realidade."

Reginaldo Pujol Filho

 

"Nas paragens desamparadas de Müller, um cão paralisado, um quadro de um velho pálido, um antigo estádio de futebol dentro de um frame, uma subestação férrea desolada é que dão o nome à cidade, às cidades."

Marco de Menezes


Sobre o autor


Iuri Müller (Santa Maria, 1991) é escritor, jornalista e doutor em Letras – Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Publicou, em 2016, o volume de contos Luz em nevoeiro, pela editora Modelo de Nuvem. Hoje vive e escreve em Porto Alegre.


Por que publicamos

Reconhecemos em Praças Perdidas uma investigação literária muito envolvente, que se inscreve na tradição do conto platino ao assumir o mistério como motor da narrativa, mas se recusa a oferecer soluções plenas. As histórias de Iuri Müller acompanham personagens em movimento — quase detetives — que caminham por cidades e observam desvios mínimos do cotidiano sem jamais estabilizar seus sentidos. A cidade surge como organismo vivo e opaco, mais do que cenário: praças, ruas e margens são espaços de encontro, perda e transformação constante. Acreditamos na força dessa literatura que confia no leitor, que usa referências literárias como ressonância e não como explicação, e que aceita arcos abertos, investigações abandonadas e perguntas sem resposta. É nessa zona de incerteza e mistério persistente que reconhecemos nosso projeto editorial.